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SIM
para velhos laptops, 486, Pentium, PCMCIA, Opera, redes domésticas, jogos simples, suíte de escritório simples em modo console, boot por disquete



NÃO
para USB, Bluetooth, Streamming, YouTube, Orkut, MSN, Voip, Lan Housing, Jogos complexos, boot pelo CD



TALVEZ
para 386, FIREFOX, ícones, redes SOHO, suporte a impressoras (CUPS)


DICAS


Menu e calendário   Ceú azul como fundo   Browser links2ssl   Jogo de cartas Freecell


 








     
Voltar - ADD-ONS PARA BL3
O que distingue o Basic Linux de outras distribuições é que, apesar de ser inicialmente tão pequena a ponto de atender a computadores antigos, possui grande modularidade e possibilidade de atualização, com o uso de "add-ons".

Um "add-on" é um pacote "que se pode adicionar", trazendo novos recursos para o nosso sistema.

Lista atualizada de add-ons para o Basic Linux:

sylpheed.tgz - Ótimo cliente de email, gráfico
links2.tgz - Browser gráfico (requer SVGA)
abiword.tgz - Editor de textos gráfico (requer SVGA)
ssh.tgz - Shell seguro (substituto de telnet)
mc.tgz - Midnight Commander (gerenciador de arquivos em modo console)
yabasic.tgz - Linguagem de programação (interpretador BASIC)
sc.tgz - Planilha de cálculos em modo console
sqlite.tgz - Gerenciador de base de dados (SQL monousuário)
mpg123.tgz - Tocador (simplificado) de MP3
smbclien.tgz - Cliente para acesso a redes compartilhadas do Windows
uncluttr.tgz - Desliga o cursor do mouse quando não usado
icewm.tgz - Gerenciador de janelas, substituto do JWM
passwd.tgz - Adiciona logins e senhas de usuários
x-libs.tgz - Bibliotecas "X" adicionais
no-vesa.tgz - Coisinhas necessárias para rodar outro Xserver que não seja o Xvesa
beep.tgz - Tecladinho que toca notas musicais pelo alto-falante do PC
lincity.tgz - Jogo de simulação de cidades, no estilo Sim City
matanza.tgz - Jogo de batalha espacial para multi-jogadores (via rede)
xdigger.tgz - Jogo de quebra-cabeças clássico
xfreecell.tgz - Jogo de paciência no estilo "freecell"
xrunner.tgz - Jogo de plataforma, similar ao Lode Runner

Todos esses pacotes devem ser instalados através do comando pkg.

Por exemplo, para instalar icewm.tgz:
# pkg icewm.tgz

São todos encontrados no site oficial do Basic Linux.


Voltar     - ATUALIZANDO AS BIBLIOTECAS DA BL3
A maioria das aplicações Linux se utiliza de um conjunto de bibliotecas de subrotinas compartilhadas (algo que lembra as famosas "DLL" do Windows).
De tempos em tempos, esse conjunto de bibliotecas poderá necessitar de uma atualização. É isso que iremos aprender a fazer.

- O que é uma biblioteca compartilhada?

Uma biblioteca (library) é composta por um conjunto de subrotinas necessárias para executar determinadas ações.
Por exemplo, ao invocarmos um editor de texto, é quase certo que desejaremos abrir o editor, digitar, editar, salvar o texto em algum tipo de mídia ou ainda imprimí-lo.

Haverá uma subrotina (ou mais) já disponibilizada pelo Linux para cada uma dessas atividades.

Vamos supor que tenhamos vários editores de texto, e vários editores gráficos.
Ao invés de termos um conjunto de DLLs para cada um desses aplicativos (como no Windows), o Linux tem um conjunto padrão que serve a todos (ou à maioria deles).

Atualmente a biblioteca padrão do Linux tem o nome de glibc2.

Mas a biblioteca do Basic Linux é uma outra, bem menor, com o propósito único de propiciar um carregamento mais rápido em antigos PCs e, claro, economizar espaço nos disquetes de instalação.

A biblioteca usada pelo BL3 é a libc5 que era o padrão do Linux no final dos anos 90.

Todos os pacotes Slackware 3.x e 4.0 se utilizam da libc5, bem como os pacotes Red Hat e Debian da mesma época.

O Linux é um sistema operacional que é formado basicamente pelo kernel e em seguida pela biblioteca padrão (incluindo-se aí os drivers de dispositivo necessários). Sobre essa base rodarão os aplicativos.

- Por que atualizar?

Ora, libc5 é uma biblioteca muito boa, e a maioria dos usuários encontrará praticamente tudo o que precisa nos pacotes do Slackware 4.0 ou nos BL3 add-ons.

Mas, se desejarmos utilizar aplicativos Linux provenientes de outras fontes, muito provavelmente precisaremos atualizar essa biblioteca.

Nesse caso, precisaremos de dois pacotes:

O primeiro deles (glibc-solibs-2.3.1-i386-3.tgz) será encontrado no Slackware 9.0 no diretório /slackware/a

O segundo (misc-libs.tgz) encontraremos em:
http://www.basiclinux.com.ru/glibc2/misc-libs.tgz

Usaremos o comando pkg para instalá-los:

# pkg glibc-solibs-2.3.1-i386-3.tgz
# pkg misc-libs.tgz


Apenas isso será o suficiente para executarmos uma porção de aplicativos atuais.

No entanto, algumas aplicações exigirão bibliotecas adicionais, que poderão ser encontradas na Slackware 9.0 possivelmente nos diretórios a ou l.

Lembremo-nos de que máquinas 386 e 486 talvez não sejam capazes de rodar certos aplicativos mais novos (coisas como KDE, Mozilla, etc.), portanto vamos somente até onde a mão alcança.


Voltar     - INSTALANDO O SERVIDOR DE FTP    PureFTP
Instalando o Servidor de Ftp Pure-Ftp

Para instalar o servidor de Ftp Pure Ftp primeiro é preciso baixar e instalar dois programas:
  • o próprio Pure-Ftp ( http://www.smartradio.com.br/bl3/add_ons/ftp/pureftpd.tgz )
  • e o passwd.tgz ( http://www.smartradio.com.br/bl3/add_ons/ftp/passwd.tgz )

Em seguida:

  cd/diretorio_onde_salvou_programas
   pkg pureftpd.tgz
   pkg passwd.tgz


É este último que adiciona usuários com suas respectivas senhas para login no Basic Linux, isto porque o programa Pure-Ftp considera que os usuários de acesso remoto via Ftp são os mesmos cadastrados no Basic Linux !
Por exemplo: o usuário Silva do Basic Linux, terá acesso, via ftp, aos arquivos contidos na sua pasta (silva) no HD e também poderá criar/apagar diretórios e arquivos dentro dessa pasta.
Então devemos antes criar o usuário Silva, bastando para isto ( após instalado como acima):

   adduser silva

Será solicitado digitar a senha desejada para este novo usuário; É só digitar a senha para criar.

* Dica: Após instalado o "PassWd", no próximo boot será solicitada senha e login.
Para fazer login como Root basta digitar Enter pois esse usuário não tem (ainda) uma senha.


O programa permite que sejam feitos logins "anônimos" (públicos) ou seja, sem especificar seu nome e senha particular; Somente que esses logins ficarão limitados a acessar um diretório comum: o "ftp".
Para isto devemos incluir no Basic Linux um usuário "ftp" com uma senha qualquer para acessarmos remotamente sem senha como o usuário criado ou como "anonimous". Após instalado e criado ao menos um usuário para testes, podemos executar o daemon servidor de Ftp digitando a seguinte linha de comando:

   pure-ftpd -M -i &

Na linha acima chamamos o programa e temos as opções "anônimos podem fazer uploads>" (-i) e "anônimos podem criar diretórios" (-M).
O caractere & serve para liberar o terminal e voltar ao prompt, deixando o programa em execução.

*Dica: Atenção às Maiúsculas e minúsculas! O Linux e este programa são "case sensitive", isto é, fazem diferenciação entre caracteres maiúsculos e minúsculos. Dessa forma, "Arquivo", "arquivo", "ARQUIVO" e "aRquivo", por exemplo, são quatro coisas totalmente diferentes.

Um detalhe interessante é que se no diretório do usuário, tiver um arquivo texto com o nome ".banner", esse texto será mostrado na janela de log do programa ftp quando este se conectar.

Clique aqui para baixar e ler o "Readme" do Pure-Ftp que contém todas as opções e maiores detalhes. (Você será encaminhado para a URL http://www.smartradio.com.br/bl3/add_ons/ftp/pure_ftpd_readme.txt)

Até mais e boa sorte !


Voltar     - COMO USAR ROSEGARDEN NO BL3

Rosegarden é um conhecido editor de notação musical e sequenciador MIDI.
Existe a versão 2.0.1-1.i386.libc5.tar.gz para BL3.
Copie esse .tar.gz para /usr/local/bin e descompacte-o.
Copie Rosegarden para /root ou leia INSTALL.
As dependências são libX11, X6, Xaw, Xext, Xmu, SM, e ICE, sendo que para o editor de notação também sera necessário adicionar fontes.
Este é o Rosegarden na versão "X11".
As versões mais modernas (como Rosegarden2) não rodarão em máquinas típicas com Basic Linux BL3, pois requerem ALSA e KDE, 400MHz e mais de 64MB RAM.
Obs: Utiliza a bibioteca GLIBC 2.2.5

Voltar         - CLASSICAL RADIO VIA MODEM

classrad.tgz

Descompacte em /usr/local/bin.
Tecle rad e consiga um menu numerado com scripts que utilizam o mplayer para acessar mais de 20 estações web, mp3, wma, realaudio ou ogg, na velocidade de 20 a 32k (usando modems de 28k a 56k), a 16 ou 2KHz.
A maioria das estações é dos Estados Unidos, mas também da Turquia, Argentina, Nova Zelândia, Austrália e alguma coisa da Europa.
Com alguma "pajelança" creio ser possível alcançar estações também do Brasil.
Não posso garantir, pois aqui no Brasil somos "uma grande filial" de uma certa empresa de Redmond e é de praxe desenvolvermos quase tudo por aqui buscando 100% de compatibilidade com aquela empresa e não com o nosso equipamento ou com nossas reais necessidades.
Os scripts (no subdiretório classrad) que não terminarem em "m" deverão usar mpg123 para a audição de mp3 (não gasta muito buffer).
Obs: Utiliza a bibioteca GLIBC 2.2.5
Esse arquivo pode ser baixado de
http://keesan.freshell.org
que é o site da colaboradora Sindi Keesan, do Michigan (USA).
Procurem por dentro do site:
Encontrarão fotos de passeios, receita de pera em conserva, viagens ao leste europeu, etc., mas também algumas coisas relacionadas com o DOS, DOSEMU (coisas do Jim) e muitas e muitas sobre o Basic Linux, onde se pode notar o imenso trabalho de pesquisa, adaptação e desenvolvimento que ela tem tido com BL2 e BL3.

Voltar         - LINKS PARA ARTIGOS INTERESSANTES
Aqui estão alguns links para artigos interessantes para novatos na GNU/Linux (e até mesmo para usuários experimentados):

COMANDOS BÁSICOS DO LINUX - Um excelente artigo de Italo da Fonseca de Melo Silva - o italofsa, da comunidade Viva o Linux:
http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Comandos-basicos-do-Linux

COMANDOS DO LINUX - Outro excelente artigo do colega Raffael F. Santos (o mobster, do Viva o Linux):
http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Guia-basico-de-como-usar-comandos-no-Linux?pagina=1

Voltar         - USOS REAIS PARA UM 386
Um laptop 386, mesmo que tenha algum defeito (seja no teclado, ou na tela, por exemplo) pode ser perfeitamente usado com periféricos externos e dessa forma, pode-se conseguir um espaço ainda menor em cima da mesa, que se usarmos o imenso gabinete de um verdadeiro desktop.

Em geral, quando falamos em um 386 rodando Linux, isso quer dizer apenas em modo texto, visto que uma interface gráfica demandaria pelo menos 12MB RAM.

A maioria das motherboards para 386 não permite a instalação de mais de 4MB de memória RAM, portanto queremos deixar bem claro que a comparação entre um 386 sx20 com apenas 2MB RAM e um Dual Core de 3.0 GHz com 4GB RAM seria absolutamente injusta (muitos pretendem fazer esse tipo de comparação).

Algumas motherboards entretanto permitem a instalação de até 16MB RAM embora isso seja bastante raro e essas memórias sejam cada vez mais difíceis de se conseguir.
Partimos do pressuposto de que as memórias são de 30 pinos, de 1MB cada e que portanto um 386 "normal" pode ter até 4MB RAM.

Um uso também sugerido para 386 com 4MB RAM é de executar programas DOS, inclusive internet browsers como o antigo Netscape.
Podem ser usados editores como Wordperfect ou Wordstar para DOS e Win 3.1, e existe até mesmo um programa de CAD para DOS que roda até em VGA mono.
Para textos mais simples, sempre se pode contar com o Edit, do próprio DOS.

Pode-se conseguir na internet (mesmo em conexão discada) muitos bons joguinhos antigos "public domain" para DOS e tirar nosso pobre 386 do "corredor da morte", transformando-o em uma "game machine" com um poder considerável.

Antigos programas em Clipper (tanto da Nantucket quanto da Computer Associates) rodarão bem nessas máquinas.

Lembramos porém que o MS-DOS e o Windows 3.x, apesar de bem antigos, não foram disponibilizados como domínio público.

Mesmo vencido o prazo previsto para vigência de marcas, patentes e propriedade intelectual, um produto não passa para domínio público sem que seu desenvolvedor o tenha determinado de forma explícita.
Na verdade, são relativamente poucos os desenvolvedores que liberam versões antigas de seus produtos em benefício da coletividade.
Dessa forma, o ideal é que se tenha uma licença válida para seu uso.
Contudo, a Microsoft, priorizando sempre a comercialização de seus produtos recém lançados, não concede tais licenças e proíbe sua utilização sem uma licença legal.
Não nos cabe discutir, apenas comentar.

Um 386 não é muito exigente no quesito "refrigeração", portanto vale realmente a pena aproveitar esse tipo de máquina.
Mesmo porque, ainda sob o intenso calor do Rio de Janeiro, a manutenção desse velho 386 é rigorosamente ZERO (e nesse mesmo período, muitos de nossos conhecidos já foram obrigados a trocar de micro pelo menos quatro vezes, seja por problemas de hardware ou desatualização do software).

De qualquer forma, se o usuário não tem os conhecimentos e as habilidades necessárias, não será um bom negócio mandar consertar PCs antigos, pois isso poderá ser uma experiência frustrante: Em geral os técnicos não mais querem saber desse tipo de máquinas, mesmo porque é difícil conseguir peças de reposição. Nada que uma boa sucata não possa resolver.

Contudo, para usar o Linux - em especial as distros minimalistas - deve-se ter a sensatez de não desejar andar com o carro adiante dos bois.
As limitações do hardware (no tocante às tecnologias atuais) são muitas, portanto somente será viável trabalharmos em modo texto.
Porém, com alguma arte e a devida consulta às fontes mais acertadas (a comunidade Viva o Linux e o Guia do Hardware, por exemplo), pode-se usar esses PCs veteranos como firewall, ou centrais de email, bem como compartilhar conexões dial-up.

A imaginação é o limite. Afinal, de McGyver e de Professor Pardal (Gyro Gearloose) todos temos um pouco...


Voltar         - FIREFOX NA BL3
Não concordamos com a instalação do Firefox na BL-3, e essa dica está colocada aqui apenas para não deixar nossos visitantes sem essa informação.
Em primeiro lugar, os aventureiros destemidos que resolverem fazer essa experiência, deverão ter um PC com pelo menos 128MB RAM.

Achamos que apenas esse detalhe será suficiente para demonstrar que isso não é para computadores realmente "antigos".

Firefox é compatível com GTK2 (mas a BL3 com GTK1). Ora, em máquinas pouco possantes, o Firefox já tem a fama de ser pesado.
Mas o Steven descobriu em um site japonês a versão chamada
firefox-1.5.0.12.en-US.linux-i686-gtk1.tar.gz
que não é encontrada em lugar nenhum do mundo.
Ela estava "escondida" em
http://myh.no-ip.org/~m.ito/firefox/
Trata-se de um site totalmente no idioma Japonês, porém o arquivo é a versão em Inglês-US.

A Sindi Keesan disponibilizou o arquivo no site dela:
http://keesan.freeshell.org/bl/firefox-1.5.0.12.en-US.linux-i686-gtk1.tar.gz

Mas aqui para nós: Em um PC antigo com 128MB RAM prefirimos usar o DSL.
O único problema do DSL é que ele não lida bem com winmodems, coisa que BL3 tira de letra (em compensação, o Damn Small Linux tem facilidades para conexões ASDL).
Aqui no Brasil, o Daniel Vinciguerra e alguns colaboradores estão fazendo um belo trabalho de tradução e adaptação do DSL para nós, usuários tupiniquins.


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Voltar         COMPARAÇÕES ENTRE BL1 E BL3

BL1 é uma distro igualmente pequena, porém não tão enxuta quanto sua "irmã mais nova", a BL3.
Quando foi lançada, ela acompanhava o hardware da época, porém não era tão eficaz em equipamentos já ultrapassados.
De qualquer forma, nem BL1 nem BL3 foram desenvolvidas para nossos micros de hoje em dia.
Vejam a breve comparação abaixo, que encontramos na mailing list:

BL1

  • kernel completo (bare.i)
  • kernel mais antigo (2.0)
  • bash verdadeiro
  • init/login verdadeiro
  • suporta teclados estrangeiros
  • gráficos vgalib
  • pouco uso de gráficos
  • busybox menor e mais antigo
  • sem suporte para laptops
  • difícil de modificar
  • requer 8mb RAM (modo console)

BL3

  • kernel simplificado
  • kernel um pouco mais atual (2.2)
  • sh do busybox
  • init do busybox
  • não suporta teclados estrangeiros
  • gráficos X
  • diversas aplicações em X
  • novo Busybox - mais utilidades
  • suporte para laptops
  • fácil de modificar
  • dá boot com 3mb RAM (console)


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